ANÁLISE DOS MERCADOS 24/FEV

Poucas mudanças no mercado dos cereais na ausência de novos elementos. Entretanto, o USDA (Departamento Agrícola dos Estados Unidos), publicou ontem as estimativas da área plantada, que se fixaram em 90 milhões de acres para o milho, contra 94 milhões no ano passado, e 88 milhões de acres de soja, contra 83,4 no ano passado.

O IGC (Conselho Internacional de Grãos) reviu em alta produção global de milho, em 1.049 bilhões de toneladas, contra 1.045 no mês anterior. A agência deixou inalterada a produção de trigo para 752 milhões de toneladas.

Internacionalmente, as exportações europeias de trigo abrandaram, com valores de 15,8 milhões de toneladas, contra 17,6 na mesma altura do ano passado.

A Argentina continua a ser um grande jogador no cenário internacional, com uma produção de trigo esperada de 18,3 milhões de toneladas, um recorde. Isto deixaria um excedente exportável estimado em mais de 11 milhões de toneladas. Esta estimativa está muito além da publicada pelo USDA, publicada em 15 milhões de toneladas. No caso do milho, considera uma produção de 40 milhões de toneladas.

No mercado americano o USDA não trouxe grandes surpresas nas suas estimativas de área plantada para a próxima colheita. Somente a área plantada do trigo foi revista em baixa, em comparação com as estimativas recentes, 46 milhões de acres.

Como esperado, os agricultores norte-americanos devem plantar menos milho em detrimento da soja, sendo esta última cultura considerada mais rentável.

Os fundos estiveram vendedores de 13.000 lotes de milho, 12.000 lotes de soja e 3.000 lotes de trigo.

No mercado do Mar Negro nada de relevante a registar.

Fonte: Agroinfo


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